
Sobre o Jornal
O jornal “A Sístole” foi criado em Junho de 2017 durante a gestão da chapa Raízes do Centro Acadêmico de Medicina de Macaé II de Abril (CAMM). Seu objetivo é documentar a história da UFRJ-Macaé, registrar seus acontecimentos e divulgá-los dentro e fora da comunidade acadêmica.
O jornal está vinculado ao projeto “Complex-SUS: Gestão do Conhecimento em Saúde”, que tem o mesmo objetivo extensionista de alcançar a população de Macaé e é vinculado ao Centro Acadêmico, formado pelos estudantes de medicina, com publicação semestrais.
O CAMM promoveu um concurso cultural para escolha do nome do jornal. Os três nomes mais votados e levados para assembleia geral foram “O Panteão”, sugerido por Nathalie Cruz da Silva Bürger, “Correio da Minerva”, sugerido por Raiza Vasconcellos, e o vencedor “A Sístole”, sugerido por Quéfrem Artur de Freitas Vieira.
A ideia do nome surgiu pela similaridade entre o movimento estudantil e o fenômeno da fisiologia cardíaca, a sístole, que consiste no processo de contração e ejeção do sangue, fazendo oposição ao processo de diástole. Ou seja, propõe um conceito de luta contra estase e estagnação e, através da contração, remete a força, propulsão, movimento e se afasta da ideia de relaxamento. Além disso, a palavra é acompanhada por um artigo feminino, demonstrando toda a diversidade e empoderamento das estudantes de medicina da UFRJ-Macaé. Por fim, a sonoridade do nome é semelhante a de “assisto-lhe”, que representa o princípio fundamental da medicina: o cuidado e a assistência ao paciente.
“A Sístole” é dividida editoriais, além da capa e espaços para publicidade, sendo que cada seção é escrita por um grupo de estudantes de medicina, buscando entrevistar outros estudantes do polo universitário, professores, técnicos administrativos ou até mesmo textos autorais de acordo com o tema da seção. O jornal será divulgado massivamente em formato digital na página do Jornal (Facebook e Instagram) e enviado por e-mail aos estudantes e professores, além de outros centros e diretórios acadêmicos.
Espera-se que o jornal resgate os anos de luta da construção do curso de medicina da UFRJ-Macaé, registre todos os acontecimentos do presente e funcione como um documento histórico para sua futura comunidade acadêmica, além de incentivar e mostrar para a população de Macaé a existência e importância da UFRJ na cidade.